Inteligência artificial · 2 min de leitura
Fable, Opus, Sonnet ou Haiku: qual Claude usar em cada tarefa
O Claude não é um modelo só. Onde eu uso o Fable, o Opus, o Sonnet e o Haiku no dia a dia, e por que usar o mais caro pra tudo é queimar dinheiro.
Por Cristian Lourenço ·

O Claude não é um modelo só. São quatro, e cada um serve pra uma coisa. Usar o mais caro pra tudo é queimar dinheiro. Usar o mais barato pra tudo é passar raiva.
Eu uso os quatro toda semana. Esse é o jeito que eu divido o trabalho.
Fable: o cérebro da família
É o mais inteligente do Claude hoje. Eu uso pra tarefa grande e difícil: planejar um sistema inteiro, achar o erro que ninguém achou, decisão com muita coisa em jogo.
Não faz sentido gastar o Fable pra escrever legenda. Ele é pro problema que os outros não resolvem.
Opus: o trabalho pesado
Código grande, documento longo, análise que precisa de cuidado. É o modelo que segura projeto de verdade, com muito arquivo e muito contexto.
Quando eu peço pra organizar uma operação inteira ou ler um relatório extenso, é o Opus que eu chamo.
Sonnet: o dia a dia
O equilíbrio entre qualidade e velocidade. Copy de anúncio, roteiro, resumo de relatório, resposta pro lead. A maior parte do trabalho cotidiano cabe aqui.
Haiku: o rápido e barato
Feito pra volume. Classificar mensagem, separar lead quente de lead frio, tarefa simples repetida mil vezes. Quando a tarefa é fácil e o volume é grande, o Haiku resolve gastando pouco.
A regra que eu sigo
Começa pelo menor modelo que resolve. Se não deu conta, sobe um nível. Assim você paga pelo que precisa, não pelo que sobra.
- Planejar sistema, decisão difícil, erro que ninguém acha: Fable.
- Código grande, documento longo, análise cuidadosa: Opus.
- Copy, roteiro, resumo, resposta pro lead: Sonnet.
- Classificar e separar em volume: Haiku.
Modelo certo é o que resolve pelo menor preço, fechou?
Quer os sistemas prontos?
No Kit Agência de IA eu entrego os sistemas que eu construí com o Claude, prontos pra usar com a sua marca.
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